Francisca Lúcia

Transplantada de coração

 Em abril de 2001 senti uma forte fadiga e, após uma séria de exames, fui diagnosticada com cardiopatia dilatada. Durante dois anos fui tratada apenas com medicação, mas a doença cardíaca passou a acometer outros órgãos, debilitando-me cada vez mais. As internações hospitalares passaram a ser rotineiras.

 Tive inflamação na vesícula, lesão no pulmão e trombose venosa na perna direita. Internei-me em UTI oito vezes. O meu estado de saúde era tão grave que na minha última internação o médico informou que eu só receberia alta após o transplante cardíaco.

Em 5 de junho de 2005, no dia do aniversário de 15 anos da minha filha, recebi a notícia de que finalmente conseguiram um coração compatível. Não há palavras que possam descrever a felicidade que tomou conta de mim nesse momento! O gesto da família do doador, ao autorizar a doação, me deu a oportunidade de continuar vivendo!

A minha gratidão a todos que tornaram possível essa minha segunda chance de viver é tão grande que hoje sou militante desta causa. Fundei a Associação de Transplantados do Rio Grande do Norte (ASTRAN), que visa prestar assistência a pacientes transplantados que, como eu, tiveram essa experiência única de vida – o renascer.

“Doar órgãos é dar vida de presente, é fazer renascer a esperança, é o último gesto de amor que o ser humano pode fazer!”

O Instituto do Bem alerta da importância e grandiosidade do gesto de doação de órgãos. Você pode salvar vidas! Declare-se doador. Informe a sua família dessa notável decisão! Doe vida!

PATROCÍNIO

APOIO