Até bem pouco tempo, quem se submetia a um transplante em nosso Estado podia encontrar alguns obstáculos. Um deles era a falta de um equipamento e da estrutura destinados à prevenção da citomegalovirose, infecção que pode ocorrer após o transplante como efeito colateral do uso de medicações imunossupressoras (contra a rejeição).
No mês de fevereiro de 2013, o iBem doou para o Hospital Universitário Onofre Lopes a primeira citocentrífuga do Rio Grande do Norte, os reagentes necessários para a realização da antigenemia (exame comprobatório) e promoveu a capacitação de um funcionário do HUOL na UNICAMP, para o uso da técnica. Graças a esta parceria, uma eventual infecção pelo citomegalovírus pode ser diagnosticada e tratada mais precocemente, evitando manifestações graves da citomegalovirose e proporcionando mais segurança e qualidade de vida aos pacientes transplantados.


Resultados:
852 exames efetuados.
334 pacientes diagnosticados com citomegalovírus e efetivamente tratados.
(período de março de 2013 a abril de 2017)

 

 

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