Nos dias atuais, a decisão para a doação de órgãos é da família do doador (exceto para doação entre vivos). Em todo o país, a negativa familiar é o pior indicador relativo a não doação de órgãos, e, o Estado do Rio Grande do Norte, apresentava (antes da Sala de Acolhimento) um índice alarmante de 68%, acima da média nacional.
A forma como a família do possível doador é acolhida nos hospitais pode ser determinante no momento da doação, sendo o acolhimento familiar um dos mais importantes fatores na tomada de decisão dessas famílias.
Buscando diminuir esse índice, o iBem reformou, em 2013, um espaço no Hospital Walfredo Gurgel, transformando-o em uma sala de acolhimento destinada às entrevistas familiares para doação de órgãos e também para informar más notícias envolvendo qualquer tipo de pacientes críticos no hospital.
A reforma seguiu todas as diretrizes, recomendações técnicas e de humanização, visando melhor acolher estas famílias em momentos tão difíceis, aumentando a compreensão no processo de comunicação, diminuindo a dor das pessoas envolvidas e, consequentemente, proporcionando um aumento na doação de órgãos.


Resultados:
449 entrevistas
208 doações efetivadas.
17% de redução de recusa familiar para a doação de órgãos.
(período de junho de 2013 a Janeiro de 2018)

 

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